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DOWNLOADS - Syren - Motordevil


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E eis que a máquina mortífera do Metal carioca volta, detonando tudo e todos que tentarem ficar em sua frente, desembestada como uma carruagem de peso que desce morro abaixo!

Sim, o quarteto SYREN volta à carga com seu mais novo trabalho, o álbum “Motordevil”, que a Shinigami Records acaba de pôr no mercado nacional.

Antes de tudo, que se fale que os “Brazilian Metal Bastards” tiveram mudanças de formação enormes entre “Heavy Metal”, seu álbum anterior, e “Motordevil”: a banda virou um quarteto, usando apenas uma guitarra, deixando o som um pouco mais seco, um pouco simples e pesado que antes, mas ainda melodioso e forte. Maurício Martins (baixo) e Julio Martins (bateria) formam uma cozinha rítmica pesada e com ótimo nível técnico, ao passo que o guitarrista Guilherme De Siervi mostra habilidade nas seis cordas, com bases ótimas e solos melodiosos com refinamento. E o veterano, fundador e único membro que restou da formação que gravou o disco anterior, o vocalista Luiz Syren, mostra o porquê de ser uma das melhores vozes do Metal do Brasil: uma voz forte, vigorosa, bela, bem postada, cheia de melodia e leve agressividade, além de uma interpretação que só os grandes possuem. E o resultado dessa mistura é um Heavy Metal tradicional atualizado, melodioso e agressivo nas medidas certas, com uma banda que soube dar uma boa evoluída em si mesma, sem perder sua identidade.

Syren

Em termos de sonoridade, não se pode negar que o produto é bem caprichado. Todos os instrumentos estão extremamente claros e com bons timbres, os vocais bem encaixados, e soando com peso e coesão, e o que se houve no CD é o que realmente ouvirá ao vivo. E o trabalho artístico de Antonio Cesar da Not.A.Pipe é ótima, apresentando bem a banda e sua proposta sonora.


Ao ouvir as músicas, fica clara a competência e espontaneidade da banda na composição de seu trabalho. Os arranjos são caprichados, mas sem exageros técnicos que tirariam o foco do que é mais importante na música do SYREN: a unidade como grupo.


A intro “All Aboard” já vai nos convidando a embarcar de corpo e alma na viagem que é “Motordevil”, cuja primeira faixa é a pesada “Rebellion”, uma aula de Heavy Metal moderno, com riffs certeiros e ótimas vocalizações (belas variações de timbre), fora um refrão ótimo, seguida de “Fighter”, mostrando um trabalho ótimo de baixo e bateria, mas os vocais roubam a cena por nos envolver de maneira cativante, um refrão bem pegajoso, e no finalzinho, uma bela amaciada melodiosa. Um pouco mais cadenciada e climática é “The Power of Something”, e é justamente onde as melodias nas guitarras ficam mais evidentes. “Eyes of Anger” mixa agressividade e melodia com maestria, onde a base rítmica da banda mostra entrosamento e pegada pesada, mesmo elementos na arrastada e azeda “Stitched”, onde temos um refrão cativante, ótimos riffs e solo de guitarra caprichado. A base baixo-bateria mostra força mais uma vez em “Motordevil”, uma faixa abrasiva em andamento mediano, com alguns momentos técnicos um pouco mais intrincados e muita melodia. Belíssima e introspectiva é “Long Road”, uma semi-balada bem pesada, com belos arranjos de guitarra e onde os vocais mostram uma diversidade absurda (sem corvar, mas se o IRON MAIDEN um dia precisar de alguém para o lugar de Bruce, esse é O Cara!). A pegada azeda e pesada volta a ser a tônica em “My Shadow, My Dear Friend”, cheia de energia e vigor abusivos. Uma introdução tribal com peso abre “You’re Gonna Die”, mais uma aula de interpretação vocal, junto com guitarras em sua melhor forma, com um peso que chega a ser covardia. E com um jeitão mais tradicional de Metal oitentista (mas sem perder o peso abrasivo) é “The Prophecy of Marduk”, onde baixo e bateria se destacam bastante, mas sem deixar que os vocais ou guitarras fiquem distantes.

Aula de Metal tradicional em todos os sentidos, um dos melhores lançamentos do ano, e que todo bom Headbanger que se preza precisa ouvir e adquirir.


DOWNLOADS - Overdose (Ger) - To The Top - 1985


Overdose (Ger) - To The Top - 1985 (Full Album)
Grande banda de Heavy Metal Alemã com apenas um disco lançado!






1- To The Top - 00:00

2- Lovin' Call - 03:12
3- Lawman's End - 06:43
4- Way To Fail - 12:01
5- The Deuce
6- Deep In The Fog
7- Bloody Right
8- Obscuration
9- Rockfever





Overdose is:

Wolfgang "Coco" Bartl Bass
Rudi Büttner Drums
Jürgen Kramer Guitars
Ziggy Guitars
Wotan Vocals

DOWNLOADS - Frantic Amber - Wrath Of Judgement (2010)

Frantic Amber - Wrath Of Judgement (2010) - DOWNLOAD




Wrath of Judgement:
1. Wrath Of Judgement (3:38) 
2. Bloodlust (3:22) 
3. The Awakening (3:50) 
4. Unbreakable (3:02) 
5. Doomed To Walk This Earth (3:22)

DOWNLOADS - Angel Of Mercy - The Avatar (1987)


Band : Angel Of Mercy - The Avatar

EUA - 1987 - Heavy Metal







Formação:
Kaign Sevenson - Bass/Guitar
Deniz Derya Gallegos - Drums/Keyboards
David St.James - Vocals/Guitar

Faixas:
In the Beginning 04:14
Angel of Mercy 02:25
Chained To A World 03:56
Soul Searcher 03:47
Break Away 03:51
Metamorphosis 04:04
The Avatar 04:51
Victim of the Change 03:06
Journey To the Master 04:58
The Last Encounter 03:32
The Succubuss 03:40

DOWNLOADS - Centaur - Mob Rules the World - 1990


O primeiro álbum Centaur, Mob Rules the World apareceu em 1990 lançado pela No Remorse Records. Posteriormente, mudou-se para a League Records, onde lançaram mais dois álbuns de estúdio e um ao vivo.
Em 1998 lançaram alguns trabalhos pela BO Records, O Centaur se caracterizava por um Metal melódico de alta competência, imaginando-se umencontro entre Praying Mantis e Judas Priest.
Após onze anos de pausa foi publicado em 2009, o álbum mais recente Original Sin.

Centaur - Mob Rules the World - 1990
Alemanha 
Gênero : Heavy/Power Metal band
Gravadora: No Remorse Records

Faixas:
1 - Just a Man : 00:00
2 - Mob Rules the World : 03:45
3 - Looking for Someone : 09:25
4 - Got to Believe in Love : 14:23
5 - Dreamin` : 18:12
6 - No More Excuses : 23:00
7 - Centaur : 28:05
8 - Take Me This Way : 32:45
9 - Right in Time : 37:05
10 - Wild Sisters* : 42:07
11 - Never Too Late* : 46:37

Formação :
Rainer Küppers : Vocals
Christian Peters : Guitars, Vocals (backing)
Stefan Lohmann : Guitars, Vocals (backing)
Markus Lenzen : Bass
Christoph Weiß : Keyboards
Reiner Schützler : Drums



Postado há 5th April 2016 por Ed Oliver

Resenha: Seven Keys - Visions of Time (2015)


Há um coeficiente na estrutura de uma banda que se entende somente quando atinge-se certa maturidade musical, sobretudo para a identidade musical de um grupo onde seus integrantes buscam um difícil equilíbrio entre suas influências, a necessidade do mercado e da própria sobrevivência de uma banda e as tendências de mercado.
Uma banda que quer sobreviver e conquistar um lugar ao sol não pode ignorar nenhum destes fatores, mas há um diamante a ser encontrado nesta alquimia que é quando a banda acerta na aposta de absorver as tendências, atender as expectativas de seu público e o mais importante: - Manter uma identidade sem deslizar ao caminho das tendências fáceis e é neste mar que navegam nossos amigos do Seven Keys.

Formado por músicos experientes e com uma bagagem musical de respeito o trio formado pelos irmãos Carlos Stampone ( baixo e vocais), Anderson Stampone (guitarras e vocais) e Willian Ferreira (bateria) chega agora ao seu primeiro "full leght", Visions of Time. vale citar a belíssima arte gráfica a cargo do artista João Duarte (Metal Church, Angra, Torture Squad).

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O trabalho transpira profissionalismo e competência, onde o power trio desfila um Heavy Metal direto sincero e de qualidade, imagine aquela estrutura simples e direta de um Axel Rude Pell, junte isso a pitadas daquele metal mais tradicional construído sobre riffs espertos, uma voz com personalidade e uma produção bem cuidada e moderna como não podia deixar de ser vindo de uma músico do calibre de Fabio Laguna (Hangar) que é responsável pelos teclados neste trabalho também, e você terá um vislumbre do que é este trabalho do Seven Keys!

Faixas como "Teotihuacan" e "No More Games" tem aquela pegada esperta do hard dos anos 70, belos refrões e os solos bem cuidados de de Anderson dão um brilho especial.
"Bloodsuckers", "Banshee" e "Living for Tonight" são mais cadenciadas o que permitiu a Carlos trabalhar seus vocais de formaa nos mostrar que nem só de exageros operísticos se faz o bom Metal, quem dera todo vocalista tivesse a dimensão de que as vezes menos é mais que vemos aqui.


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"Blood of the Nations" tem uma bela alternância entre os teclados e as passagens mais pesadas preparando o ouvinte para as rápidas "Seven Bullets" e "Premonition" esta última com um toque saudável de Dream Theater na bateria de Willian. Em "Shadows of Another Life" mais uma vez a guitarra de Anderson se destaca em um incrível dueto com Fabio Laguna.

A última faixa "Crickets in Mind" é a faixa bônus mais que especial pois é cantada pelo "workaholic" Nando Fernandes que dá um toque todo especial com sua interpretação.

O Seven Keys com certeza faz por merecer sua existência brindando-a com um Heavy Metal de qualidade e bom gosto, apostando naquilo que as raízes do estilo oferecem de mais especial, mas com um olhar pro futuro! Bela obra!

Resenha por: Ed Oliver

Contatos:
Email: andersonstampone@hotmail.com

Resenha: The Goths - "The Death" - Nota 9,0


No início dos anos 2000 até recentemente havia uma tendência, felizmente já acabando, de bandas formadas por músicos que se preocupavam mais em se mostrar exímios instrumentistas do que músicos no sentido mais essencial desta palavra.

Para minha felicidade ultimamente ando resenhando e ouvindo bandas preocupadas com a estrutura de canção em sua música, ou seja, preocupadas em construir algo mais duradouro do que solos mirabolantes e passagens intrincadas de autoindulgência. 

Sem sombra de dúvida o The Goths é um exemplo de como utilizar os talentos individuais para criar algo consistente e relevante, a banda construiu sua música sem exageros, dando asas a criatividade e uma originalidade que surpreende. Tudo em "The Death" funciona como uma engrenagem, a produção bem cuidada, a timbragem dos instrumentos, as performances individuais e, sobretudo uma preocupação em letras bem elaboradas e inteligentes que tem como fio condutor a condição humana.
A cadeciada “The Death” abre o disco mostrando o belo trabalho de voz de Felipe Disselli, sem excessos em seu timbre bem próprio.


“Killing your fate” tem um riff maravilhoso que fisga o ouvinte logo de cara, “Kingdom of Sorrow” tem algo de Megadeth e mais um riff bem sacado que conduz toda a canção, já “Waiting for Changes” é uma bela balada, não gratuita e que acrescenta à textuta do álbum trazendo um os mais belos solos do albúm de Bruno Gusman.
“Me...my own enemy” e “Strange way of living” lembram Iron Maiden em seu dueto bem sacado nas guitarras, grandes letras e destaque para a performance do baterista Lucas Disselli.

“Nightmares on your head” e “Too Late” fecham o Cd mostrando diferentes influências do The Goths dentro do Rock. 

Com certeza o The Goths mostra a que veio, num trabalho maduro sem se deixar levar por modismos e estruturas fáceis, apostando numa música diversa em texturas e uma estrutura rica que respeita o ouvinte e fãs, sem deixar de trazer aquela garra e musicalidade que é a essência que todo Metalhead busca: - “ Boa música pra bater cabeça!” 

*
The Death - 1º Solo - Felipe Disselli, 2º Solo - Bruno Gusman 
Killing your Fate - 1ºSolo - Bruno, 2º- Disselli 
Kingdom of Sorrow - Disselli fez todos os solos 
Waiting for Changes - Disselli fez todos os solos 
Me My own Enemy - Interlúdio por Disselli e Bruno 
Strange Way of Living - 1º Solo - Disselli, 2ºSolo - Bruno 
Nightmares in Your Head - Disselli fez todos os solos 
Too Late - Interlúdio por Disselli e Bruno
Resenha por: Ed Oliver

Membros da banda
Felipe Disselli - Vocais e guitarras
Will Costa - baixo
Felipe Martins - guitarras e violão
Lucas Disselli - bateria


Contatos:


Resenha: Rulebreaker - Primal Fear

por Ed Oliver

Sabe aquele time que está tão sintonizado e harmônico que você já prevê que o jogo vai ser bom, antes que os jogadores entrem em campo? É o caso do Primal Fear neste novo álbum e por que não dizer nova fase, com a efetivação de Francesco Jovino ( no lugar de nosso Aquiles Priester ) e a volta permanente do guitarrista fundador Tom Naumann. Com um tom mais grave, mais pesado atendendo a evolução natural e atualização musical da banda, Rulebreaker é por que não dizer uma volta às raízes com músicas diretas, refrões pegajosos e canções muito bem construídas e resolvidas!



O álbum abre com a música de trabalho Angels of Mercy, direta, rápida, empolgante, já ganha o ouvinte de cara! Os destaques sem dúvida se seguem com as cadenciadas e poderosas At War With the World, Constant Heart, The End is Near mostrando peso e o entrosamente das guitarras da banda, In Metal We Trust é a típica música de Arena feita para o publico cantar junto! Bullets & Tears tem algo the Breaking the Law, mostrando que o Primal não foge às suas raízes.
Raving Metal e Devil in Me são canções construídas encima de Riffs, chamando o ouvinte a cantar junto sua melodia. Com certeza, Rulebreaker não será apenas mais um álbum na discografia da banda se destacando dos demais, méritos extras para Ralf Scheepers que imprime identidade, técnica e está no auge de seu potencial vocal, um show a parte no disco, a dupla de guitarristas nos brinda com duetos épicos, bom gosto nas bases e solos, a cozinha de Matt Sinner e do recém chegado Francesco Jovino ( ex - U.D.O ) são a ponte perfeita para a banda e por tudo isso Rulebreaker com certeza já figura entre os principais lançamentos de 2016! Épico!

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